A grande missão do canal rural é conectar pessoas”, com esta frase Julio Cargnino , presidente do Canal Rural, deu início ao Fórum Planeta Campo, na manhã desta terça-feira (30). Idealizado como espaço de debate sobre os desafios e oportunidades da sustentabilidade na agropecuária brasileira, o evento abordou os acordos ratificados na Conferência Mundial do Clima, a COP26. 

Tereza Cristina participou de forma virtual. Ela reforçou que a agropecuária, realizada de maneira sustentável, é parte da solução de um duplo desafio: mudança climática e segurança alimentar. 

Segundo a ministra, até 2030 o objetivo brasileiro é disseminar as tecnologias de baixa emissão de carbono a mais 72 milhões de hectares de terras agricultáveis sem necessidade de converter novas áreas à atividade produtiva. Com isso, a previsão é de que seja mitigada a emissão de mais de 1 bilhão de toneladas de carbono (CO²) equivalente.

“A agropecuária, realizada de maneira sustentável, é parte da solução para um duplo desafio: mudança do clima e segurança alimentar”.

Em seu discurso, a ministra falou também sobre desmatamento ilegal no pais e reforçou que o produtor rural brasileiro é o maior ambientalista deste país, gracas a aos manejos sustantáveis já assumidos. 

A participação do Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, foi contextualizada pelas ações mostradas durante a Conferência Mundial do Clima, a COP 26. “A COP do clima é uma vitrine de uma agricultura sustentavel”, afirmou.

Durante a COP 26, o representante da pasta de Meio Ambiente colocou o Brasil como ator chave nas negociações fez movimentos importantes durante os primeiros dias e anunciamos metas climáticas ainda mais ambiciosas: redução de emissões de 50% até 2030 e neutralidade climática até 2050; zerar o desmatamento ilegal até 2028; e apoio à redução global de metano. 

Panorama Brasileiro 

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o país conta com aproximadamente 16 milhões de hectares de florestas nativas em recuperação e a agricultura de baixo carbono no país já restaurou quase 28 milhões de hectares de pastagens degradadas; Além disso, o Brasil conta com o maior programa operacional do mundo de biocombustíveis, com energias renováveis contribuindo com 84% da matriz elétrica nacional (com geração recorde de empregos em solar e eólica) e conta também com um  programa nacional  de gestão de resíduos sólidos que já reduziu em 20% o número de lixões a céu aberto.Participaram da abertura do Fórum Planeta Campo outras autoridades como Itamar Borges. ‍ Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo,  Tirso Meirelles, Presidente do Sebrae-SP e vice-presidente da Faesp, Rogério Castro, CEO da UPL Brasil; Dep. Sergio Souza, presidente da Frente Parlamentar da Agricultura e Teka Vendramini, presidente da Sociedade Rural Brasileira.

Rogério Castro, CEO da UPL – empresa líder mundial em agricultura sustentável, fará parte do Fórum Planeta Campo que acontecerá no próximo dia 30 de novembro em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo Canal Rural.

O evento contará com a apresentação de iniciativas selecionadas de pecuária sustentável, além de reunir lideranças da delegação brasileira presentes na COP-26, autoridades políticas e representantes da iniciativa privada a fim de apontar os novos cenários que se desenham sobre sustentabilidade no setor.

Não perca a oportunidade de participar desta importante discussão. Outras informações nas plataformas digitais do Canal Rural.

Programação

o Fórum Planeta Campo reunirá lideranças da delegação brasileira na reunião de cúpula sobre o clima, autoridades políticas e representantes da iniciativa privada a fim de apontar os novos cenários que se desenham sobre sustentabilidade no setor.

No caso da pecuária, o painel 2, Pecuária sustentável na prática, contará com os painelistas Liege Correia, diretora de Sustentabilidade da JBS; Carlos Saviani, líder global de Sustentabilidade da DSM; e Caio Penido, presidente do Instituto Mato-grossense de Carne (Imac).

Estes especialistas e lideranças apresentarão uma abordagem sobre como os produtores já vem adotando soluções de manejo e tecnologias em direção à pecuária do futuro, mais rentável e sustentável.

Entre tais iniciativas já em curso no Brasil, estão o consórcio de sistemas produtivos e culturas, manejo de pastagem, redução de ciclo e mitigação das emissões de metano estarão em pauta.

Além do painel Pecuária sustentável na prática, a programação também prevê a abertura com autoridades e lideranças do agro no país e outros três painéis sobre diferentes segmentos.

Nestes espaços, o público terá contato com conteúdo estratégico sobre os desdobramentos da COP26 e, também, sobre práticas que demonstram o protagonismo e as soluções da produção nacional com foco em sustentabilidade.

O painel 1, COP26: os compromissos do agro, por exemplo, vai detalhar os acordos firmados pelo país relativos ao setor com a linha de frente da delegação brasileira em Glasgow e, em especial, os desdobramentos para o setor produtivo da agricultura e da pecuária.

Já o painel 3, Baixo carbono: o protagonismo da agricultura, mostrará as iniciativas que já fazem do Brasil um campeão da sustentabilidade para ajudar o país a cumprir os compromissos ambientais assumidos. O painel dará foco às iniciativas em soja, algodão e café, além das tecnologias do Plano ABC+.

Por fim, o painel 4, Transformação social por meio da sustentabilidade, aponta que fatores econômicos e ambientais caminham lado a lado do elemento social para elevar a qualidade de vida das pessoas por meio de projetos inspiradores que potencializam resultados, sinergias e entregas para o bem comum.

Outras informações no site www.planetacampo.com.br e nas plataformas digitais do Canal Rural

“Nós sabemos o que devemos fazer. Há seis anos assinamos o acordo de Paris, concordamos com uma meta em comum. Agora, aqui em Glasgow, teremos que entregar o que foi prometido”, Com esta declaração, o presidente da Conferência do Clima da ONU — a COP 26, Alok Sharma, deu início a abertura do evento neste domingo (31), em Glasgow, na Escócia.

Quanto ao governo brasileiro a expectativa é que o país apresehte ao resto do mundo a antecipação em sua meta de acabar com o desmatamento ilegal. Além disso, a comitiva pretende apresentar o programa ABC+, o etanol como uma forma de energia sustentável e demonstrar interesse no financiamento de ações em prol do meio ambiente.

Guia ONU
Um guia elaborado pela ONU News pretende ajudar a compreender estes termos e siglas durante as duas próximas semanas. O evento termina no dia 12 de novembro,

COP 26 – Embora seja citada como Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, o evento oficialmente chama-se Conferência das Partes (COP) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança Climática (Unfccc), criada após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, que foi realizada em 1992 no Rio de Janeiro. As reuniões ocorrem anualmente.

ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: São 17 objetivos, entre eles, acesso à energia limpa, redução da pobreza e consumo responsável. Os ODSs fazem parte da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável.

NDC – Contribuições Nacionalmente Determinadas: São as contribuições de cada país para reduzir a quantidade de gases de efeito estufa. A meta foi definida na COP21, realizada em 2015.

Emissão líquida zero – Países que aderiram ao Acordo de Paris, estabelecido em 2015, concordaram com a manutenção da temperatura global em 1,5ºC. Para que a medida seja cumprida, os países devem alcançar a neutralidade de carbono, ou seja, emissões zero líquidas nas próximas décadas. Dados recentes apontam o aquecimento entre 1,06 a 1,26ºC, nível acima das emissões pré-industriais (1850-1900).

ESG (Environmental, social and governance) – Sigla que, em português, significa investimento ambiental, social e de governança. A solução é utilizada por empresas que buscam mercado sustentável e economia global mais justa.

G20 – É o grupo dos 19 países com as maiores economias do mundo e a União Europeia. O grupo se reúne para discutir a economia global, mudanças climáticas e o desenvolvimento sustentável.

A 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP26) começou hoje (31) e vai até 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia. O encontro deve reunir representantes de mais de 190 países, entre os quais, o Brasil.

**Com informações da ONU News

O plantio direto é uma forma de cultivo feita sem as etapas do preparo convencional da aração e da gradagem no solo.

Nessa técnica, é necessário manter o solo sempre coberto por plantas em desenvolvimento e por resíduos vegetais.

Segundo a Embrapa, essa cobertura tem por finalidade proteger o solo do impacto direto das gotas de chuva, do escorrimento superficial e das erosões hídrica e eólica.

A técnica pode ser considerado como uma modalidade do cultivo mínimo, visto que o preparo do solo limita-se ao sulco de semeadura, procedendo-se à semeadura, à adubação e, eventualmente, à aplicação de herbicidas em uma única operação.

Na prática, é um processo onde a semeadura acontece em solo não revolvido. A semente é colocada em sulcos ou covas, com largura e profundidade suficientes para a adequada cobertura e contato das sementes com a terra.

Exemplo positivo
Ha 12 anos o produtor José Alberto Menk faz uso do plantio direto. Ele ultiva soja, milho e aveia em uma área de
350 hectares. “O plantio direto é uma técnica já bastante antiga, não é tão nova. Ela é utilizada no Brasil há mais de 30 anos. Nada mais é do que você eliminar aquela preparação toda da terra, do solo antes do plantio. Isto é, a gladiação, aração, remover aquela terra toda, né é um método já bastante ultrapassado”, explicou.

Nesse sistema, a palha e os restos vegetais são deixados na superfície do solo. A ideia é manter o terreno do plantio coberto permanentemente.

Para Menk, as vantagens do plantio direto são várias. “Você faz economia economiza com o uso de maquinários, combustível. Você protege o solo com essa camada morta da safra passada que fica sobre o solo. Isso dá uma proteção para o solo”, esclareceu.”

Números

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que a área com plantio direto na palha aumentou 84% entre os anos de 2006 e 2017. Passou de 17,9 para 32,9 milhões de hectares.

Práticas sustentaveis
Assim como o plantio direto, a integração lavoura pecuária (ILTF) , a rotação de culturas e o manejo de pastos são prática sustentaveis.
Estas técnicas auxiliam na redução das emissões de carbono. Assim, favorecem a fixação biológica de nitrogênio no solo.


Segundo a Febrapdp, cerca de 35 milhões de hectares estão sobre om SPD, o que corresponde a 90% das áreas ocupadas com lavouras de grãos no país.

“Quando você conserva esse solo protegendo ele da erosão, trazendo matéria orgânica e mutrientes a esse solo, Titulo: Plantio Direto: a sacada sustentável brasileira

Subtítulo: Prática que revolucionou a agricultura brasileira, está em prática no Brasil desde a década de 1970 com excelentes resultados.

Texto: O plantio direto é uma forma de cultivo feita sem as etapas do preparo convencional da aração e da gradagem no solo.

Nessa técnica, é necessário manter o solo sempre coberto por plantas em desenvolvimento e por resíduos vegetais.

Segundo a Embrapa, essa cobertura tem por finalidade proteger o solo do impacto direto das gotas de chuva, do escorrimento superficial e das erosões hídrica e eólica.

A técnica pode ser considerado como uma modalidade do cultivo mínimo, visto que o preparo do solo limita-se ao sulco de semeadura, procedendo-se à semeadura, à adubação e, eventualmente, à aplicação de herbicidas em uma única operação.

Na prática, é um processo onde a semeadura acontece em solo não revolvido. A semente é colocada em sulcos ou covas, com largura e profundidade suficientes para a adequada cobertura e contato das sementes com a terra.

Exemplo positivo


Ha 12 anos o produtor José Alberto Menk faz uso do plantio direto. Ele ultiva soja, milho e aveia em uma área de
350 hectares. “O plantio direto é uma técnica já bastante antiga, não é tão nova. Ela é utilizada no Brasil há mais de 30 anos. Nada mais é do que você eliminar aquela preparação toda da terra, do solo antes do plantio. Isto é, a gladiação, aração, remover aquela terra toda, né é um método já bastante ultrapassado”, explicou.

Nesse sistema, a palha e os restos vegetais são deixados na superfície do solo. A ideia é manter o terreno do plantio coberto permanentemente.

Para Menk, as vantagens do plantio direto são várias. “Você faz economia economiza com o uso de maquinários, combustível. Você protege o solo com essa camada morta da safra passada que fica sobre o solo. Isso dá uma proteção para o solo”, esclareceu.”

Números


Segundo a Febrapdp, cerca de 35 milhões de hectares estão sobre om SPD, o que corresponde a 90% das áreas ocupadas com lavouras de grãos no país.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostram que a área com plantio direto na palha aumentou 84% entre os anos de 2006 e 2017. Passou de 17,9 para 32,9 milhões de hectares.

Práticas sustentaveis
Assim como o plantio direto, a integração lavoura pecuária (ILTF) , a rotação de culturas e o manejo de pastos são prática sustentaveis.
Estas técnicas auxiliam na redução das emissões de carbono. Assim, favorecem a fixação biológica de nitrogênio no solo

“Quando você conserva esse solo protegendo ele da erosão, trazendo matéria orgânica e mutrientes a esse solo, é um meio de fazer a sustentabilidade do solo e da nossa sobrevivência aqui no planeta,” concluiu. é um meio de fazer a sustentabilidade do solo e da nossa sobrevivência aqui no planeta,” concluiu.

Confira a matéria completa:

“Os bioinsumos são uma fonte inesgotável de sustentabilidade e inovação para o Brasil. Temos a maior biodiversidade do planeta, e esta pode ser racionalmente explorada e dividida com o mundo a partir de estímulos legislativos corretos”, argumenta o deputado Zé Vitor (PL-MG), autor da proposta que pretende regulamentar a produção de bioinsumos no Brasil. 

O objetivo do projeto é regular a atividade, que hoje não possui um marco legal. 

Bioinsumos

Por definição, Bioinsumos (ou insumos biológicos) são materiais naturais usados no cultivo agrícola em substituição a defensivos e agrotóxicos, produzidos por empresas especializadas ou órgãos oficiais. Antissépticos naturais para animais ou bactérias para fixação de nitrogênio nas plantas  são exemplos desses tipos de produtos

Segundo o projeto de lei apresentado,  

qualquer produto, processo ou tecnologia de origem vegetal, animal ou microbiana, destinado ao uso na produção, no armazenamento e no beneficiamento de produtos agropecuários, aquáticos ou de florestas plantadas, que envolvam agentes microbiológicos de controle (AMCs) benéficos para o crescimento e desenvolvimento de animais e plantas pode ser considerado bioinsumos.

Risco Biológico

Os bioinsumos são divididos por classe de risco biológico para seres vivos (de 1 a 4), com regras mais flexíveis para produção, comercialização e registro oficial de produtos considerados de baixa toxicidade (risco 1 e 2). Os produtos deverão ser comercializados com data de fabricação, validade, tipo de cepa microbiana utilizada, entre outras informações.

O projeto dispensa os bioinsumos, bioprodutos e os demais derivados de receituário agronômico. 

Os responsáveis por produtos já registrados ou notificados terão prazo de 120 dias, a partir da publicação de regulamento próprio pelo Poder Executivo, para se adequarem à nova lei.

Biofábricas

O projeto traz regras detalhadas para a produção de insumos biológicos nas propriedades para uso próprio (manejo biológico on farm).

A fabricação será feita, obrigatoriamente, em biofábricas, seja a partir do zero ou de substâncias pré-prontas compradas de empresas registradas, com ajuda de profissional habilitado. Os itens produzidos não poderão ser comercializados.

O Ministério da Agricultura elaborará um Manual de Boas Práticas de Manejo Biológico on farm para orientação dos produtores rurais.

A instalação e a operação das biofábricas nas propriedades rurais será dispensada de licenciamento ambiental, desde que o imóvel esteja regular (com registro no Cadastro Ambiental Rural – CAR) ou em regularização.

O texto do deputado Zé Vitor traz ainda outras regras, penas para quem não cumprir a nova lei, que incluem multa, inutilização de produtos e suspensão temporária de atividade.

Com informações da  Agência Câmara de Notícias

Novo sistema ajustará a localização de propriedades rurais. Projeto já foi iniciado na cidade de Itu.

O que fazer quando o GPS não te localiza ou se nem o seu endereço é formalizado? Essa sempre foi uma grande dificuldade para os produtores rurais de algumas áreas. Por isso, um novo CEP entrou em vigor na zona rural de São Paulo. O código digital tem como objetivo facilitar o processo de logística entre os produtores. A identificação já está em prática no município de Itu, que está sendo a cidade piloto.


Para obter o CEP rural, o dono da propriedade precisa cadastrar a área em um aplicativo de celular. Depois, técnicos da Secretaria de Agricultura do estado validam as informações. Após isso, o endereço já pode ser encontrado pelo GPS. Até o fim do ano que vem, a expectativa é de que 350 mil propriedades do estado de São Paulo recebam o CEP rural.

Segundo Alexandra Martins, Coordenadora do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Itu (Senar), a zona rural ela sempre ficou de lado nessa questão de correspondência. “Nós acabávamos cedendo o nosso espaço, endereço tanto físico quanto eletrônico para que os produtores pudessem receber contas de água, energia, etc. Porque hoje devido à pandemia, tudo se tornou muito digital. Então essa entrada do plus code vai facilitar o acesso à tecnologia do produtor rural”, afirmou.

“Os produtores mais ‘antenados’ já tem dado alguns feedbacks positivos, mas a nossa intenção e parceria com a prefeitura agora é catalogar todas as propriedades. Porque são mais de 1.200 endereços rurais ainda não tão identificados. E também o plus code ela vai ajudar na questão da segurança no campo. Porque vai facilitar com que um monitoramento evolua no campo, trazendo segurança ao produtor rural.

A reportagem do Planeta Campo esteve na Fazenda do Chocolate, uma das propriedades históricas mais frequentadas no interior de São Paulo. O proprietário Luiz Hacker, conta que o CEP Rural trouxe facilidade nas operações da fazenda. “O CEP rural traz a localização perfeita para clientes, polícia, ambulâncias e tudo o mais, o que ajuda bastante. Nós ainda aqui estamos em um lugar de fácil acesso, mas muitos sítios e fazendas aí consideradas rurais aí de difícil localização, com isso facilitou bastante”, apontou.

A previsão é que até o final de 2022, cerca de 350 mil propriedades sejam mapeadas pelo projeto. Os produtores precisam fazer um cadastro para que técnicos da secretaria de agricultura validem as informações e o endereço apareça no GPS. Preencher essa lacuna de geolocalização no ambiente rural é importante para que os produtores não percam oportunidades futuras, tanto em sustentabilidade com nas questões de crédito de carbono.